A escrita de Cilene Resende também se afirma em espaços de reflexão e debate sobre literatura, corpo e autonomia feminina. Em artigo publicado na Gazeta Digital, a autora propõe uma leitura crítica sobre o desconforto social que ainda emerge quando mulheres escrevem sobre desejo, destacando como a voz feminina, ao nomear o próprio prazer e a própria subjetividade, desafia estruturas históricas de controle e silenciamento.
Na publicação, Cilene discute como a escrita feminina sobre desejo ainda é frequentemente recebida com julgamento moral, erotização indevida e tentativas de reduzir a autora à personagem, quando, na verdade, esse gesto de escrita representa autonomia, elaboração estética e afirmação de voz. O texto foi publicado em 8 de março de 2026, na seção de colunas e artigos do portal.
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Quem teme o desejo feminino?